DDS - EFEITOS DO RUÍDO NO HOMEM E SOBRE O SISTEMA AUDITIVO
Já falamos sobre o ruído em outras oportunidades e por entender que este é um dos temas mais presentes em qualquer indústria, voltamos, agora, com este DDS.
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A consequência mais evidente é a SURDEZ, que depende de alguns fatores, como: Intensidade, tipo de ruído - se contínuo, intermitente ou impacto, sua frequência (sons agudos) (são mais prejudiciais que os graves), susceptibilidade individual, tempo de exposição e a idade. A surdez pode ser dividida em três grupos que são:
- Temporária,
- Permanente,
- Trauma acústico,
- Surdez temporária: é caracterizada pela dificuldade de audição, embora passageira, que notamos após exposição pôr algum tempo a ruído intenso. A exposição prolongada é repetida ao ruído é capaz não só de causar a surdez temporária como, potencialmente, provocar a surdez permanente. Se a exposição for repetida antes de uma completa recuperação, pode tornar-se surdez permanente. Podendo ainda ocorrer à fadiga dos músculos do ouvido médio.
- Surdez permanente: É a perda irreversível da capacidade auditiva, devido à exposição contínua, ou seja o trabalhador fica exposto ao ruído de intensidade excessiva, sem proteção auditiva. No princípio, ocorre a destruição das células no início do caracol,, sensível a sons de 4.000 Hz, e a alteração não é percebida pôr não atingir a freqüência da fala. As perdas progridem até atingir freqüências da comunicação oral, entre 250 e 2.000 Hz, quando a vibração chega ao ouvido, mas não consegue ser transmitida.
- Trauma acústico: É de instalação repentina, após a exposição a ruído intenso como de explosões e impactos, que podem causar perfurações no tímpano e mesmo deslocamento dos ossículos, causando a surdez temporária ou permanente.

É Darci você tem toda razão. Esse tema é de muita utilidade, nós técnicos de segurança do trabalho vivemos em busca do melhor método contra o ruído. O mais dificil nesse trabalho é realmente concientizar o trabalhador para usar o EPI, é um trabalho que exigi muito do tecnico, e muitas vezes ele fica sozinho sem a ajuda dos superiores dos funcionarios, e isso faz ficar mais dificil ainda seu trabalho.
ResponderExcluirmatéria importante parabéns Darcy gostei muito, o bom seria que nós técnicos criasem, ou inventasemos meios tecnológicos para não ser preciso nem usar os famosos EPI, ai com certeza os nossos trabalhadores estariam protegidos completamente.
ResponderExcluirNota 10 para esse blog
É sim, Nestor! Infelizmente tem muito trabalhador que não usa o protetor corretamente, pois é muito fácil de fingir que está usando. Ainda falta consciência!!!!
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